O dilema da Permadeath

Apesar de mesmo apenas temporário, o peso da morte, não poder ser desvalorizado, é inegável que, em verdade, “a verdadeira morte de uma personagem teria mais que ver com a sua remoção do sistema que com a morte contextual decorrente das mecânicas do jogo” (id. ibid.:86). Compreendendo isto, por vezes vozes insurgem-se defendendo a introdução dessa remoção como o mecanismo mais legítimo de concretização da morte no jogo, aquele que concederia à morte um peso mais real e portanto a este um  maior sentido.

A permadeath torna o jogo mais significante?
Sim
Não

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Porém, aqueles que a desejam de facto implementada são uma minoria. Alguns jogos tentaram introduzi-la, alguns mantêm-na nalguns modos de dificuldade, mas no geral são poucos os defensores desta ideia quando inserida como parte da jogabilidade no que toca à morte do próprio. Contudo quando jogabilidade e narrativa se unem e encontram um equilíbrio saudável, a permadeath surge, como a “reviravolta dramática” que torna a experiência emocional do jogo verdadeiramente marcante.

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